quarta-feira, 31 de agosto de 2016

SESSÃO SAUDADE - GENE WILDER

Nosso homenageado da semana passará para a história como o amalucado dono de uma maravilhosa fábrica de chocolates, cujo nome era Willy Wonka.
Estamos falando de Gene Wilder.
Tentamos encontrar palavras para homenagear esse ator tão querido de nossa infância, mas julgamos que o texto abaixo, retirado de uma conta do Facebook da Nota Terapia (https://www.facebook.com/notaterapia/?pnref=story), representa bem o nosso sentimento:
“Acabamos de receber a triste notícia do falecimento do ator Gene Wilder, o primeiro e inesquecível Willy Wonka de A Fantástica Fábrica de Chocolate. Nossas sessões da tarde vão ficar mais vazias sem a presença do ator em seus filmes, mas pode ter certeza que, como diz a canção de seu personagem: A vida, com ele, vai ser para sempre ‘Pura Imaginação!’”.
Obrigado, Wilder, por iluminar nossa infância!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene_Wilder.
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo um vídeo em que interpreta uma belíssima canção do filme acima citado, que é do ano de 1971.

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SESSÃO HUMOR

A mulher chega à igreja com um recém-nascido no colo.
- Seu Padre, vim batizar esta criança que acaba de nascer.
- Masculino ou feminino?
- Nem Marcolino nem Felismino. Vai se chamar João.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

SESSÃO REMAKE MUSICAL - PÔXA - GILSON DE SOUZA

A canção Pôxa, que teve como um dos intérpretes Zeca Pagodinho, é apresentada no vídeo abaixo por seu intérprete original Gilson de Souza.
Para ouvir a versão de Zeca Pagodinho, favor acessar: http://biscoitocafeenovela.blogspot.com.br/2016/08/sessao-tunel-do-tempo-musical-poxa-zeca.html.
Boa diversão!

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LETRA

PÔXA

Pôxa,
Como foi bacana te encontrar de novo
Curtindo um samba junto com meu povo
Você não sabe como eu acho bom
Eu te falei que você não ficava nem uma semana
Longe desse poeta que tanto te ama
Longe da batucada e do meu amor
Pôxa,
Por que você não para pra pensar um pouco?
Não vê que é motivo de um poeta louco
Que quer o teu amor pra te fazer canção
Pôxa,
Não entre nessa de mudar de assunto
Não vê como é gostoso a gente ficar junto
Mulher o teu lugar é no meu coração

Fonte: https://www.vagalume.com.br/gilson-de-souza/poxa.html

SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - PÔXA - ZECA PAGODINHO

A canção Pôxa, interpretada por Zeca Pagodinho, fez parte da trilha sonora da novela Insensato Coração, apresentada pela Rede Globo no horário das 21h de 17 de janeiro a 20 de agosto de 2011.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/insensato-coracao/.
Boa diversão!

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LETRA

PÔXA

Pôxa,
Como foi bacana te encontrar de novo
Curtindo um samba junto com meu povo
Você não sabe como eu acho bom

Eu te falei
Que você não ficava nem uma semana
Longe desse poeta que tanto te ama
Longe da batucada e do meu amor

Pôxa,
Por que você não pára pra pensar um pouco?
Não vê que é motivo de um poeta louco
Que quer o teu amor pra te fazer canção

Pôxa,
Não entra nessa de mudar de assunto
Não vê como é gostoso a gente ficar junto
Mulher o teu lugar é no meu coração

Fonte: https://www.letras.mus.br/zeca-pagodinho/1747368/

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - JOHN LENNON

A reportagem abaixo foi publicada na revista Contigo nr. 79, edição que foi às bancas em abril de 1970.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa diversão!



SESSÃO RETRÔ - NOVELAS - AS PUPILAS DO SENHOR REITOR (1970) - OITAVA PARTE

Com a postagem de hoje, estamos encerrando a publicação de fotos da novela As Pupilas do Senhor Reitor, versão veiculada na TV Record no ano de 1970, que fizeram parte da introdução do romance de mesmo título publicado pela Artes Gráficas Bisordi, de São Paulo, no mesmo ano da telenovela.
Para saber mais sobre essa novela, favor consultar: http://www.teledramaturgia.com.br/as-pupilas-do-senhor-reitor-1970/.
Em breve, teremos mais novidades!
Aguardem!
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Boa leitura!




sábado, 27 de agosto de 2016

PARA MEDITAR


SESSÃO FOTONOVELA - UM VULTO NA JANELA

A fotonovela abaixo pertence à revista Cartaz nr. 8, publicada em 1972.
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Boa leitura!































sexta-feira, 26 de agosto de 2016

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Cartaz nr. 8, publicada em 1972.
Já o pôster é parte da revista Sétimo Céu – Álbum de Ouro – nr. 1 – Cantores da Juventude, publicada em 1967.
Boa diversão!



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à atriz, cantora, humorista e apresentadora Marisa Orth.
Agora tentem descobrir quem é a garota da foto.
Eis algumas pistas:
1) Esta jornalista e apresentadora, ainda viva, nasceu na capital carioca no ano de 1962.
2) Como jornalista, estreou no programa Globo Repórter da Rede Globo no ano de 1987.
3) Após apresentar os principais telejornais da Rede Globo, apresenta, na atualidade, um programa de variedades na mesma emissora.
Boa diversão!


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SESSÃO LEITURA - SILÊNCIO, HOSPITAL - CHICO ANYSIO

O texto abaixo é de autoria de Chico Anysio.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/chico_anysio/.
Boa leitura!

SILÊNCIO, HOSPITAL

Nos primeiros tempos de casamento ele aparentava uma saúde de ferro mas, de uns anos pra cá, mostrava-se tão frágil, tão suscetível às doenças, que Dona Belinha, sua esposa, intranqüilizava-se cada vez mais.
— Qualquer coisinha o Pirilo hospitaliza-se — choramingava às amigas. — Tão frágil, tão doentinho…
E assim era. Por um simples sintoma de gripe ou resfriado, o Pirilo pegava um pijama, escova de dentes, pente e chinelos, metia-os numa maleta branca e hospitalizava-se.
— O que é que você tem, Pirilo? — perguntava a esposa preocupada, vendo o marido fazer a mala para mais uma ida à casa de saúde.
— Nada, minha velha.
— E se não tem nada, por que você vai para o hospital, Pirilo? — insistia Dona Belinha, mais preocupada do que nunca.
— Com saúde não se facilita. Não tenho nada agora, mas estou esperando uma gripe de uma hora para outra.
E se internava por quatro, cinco dias. Proibia as visitas e não aceitava flores ou maçãs. “Se eu morrer, não quero ninguém no velório. Na doença e na morte, longe os parentes”, era a teoria que defendia e a que a família obedecia.
— Chama-se isso de hipocondria — explicou um médico a quem Dona Belinha secretamente visitou:
— Hipocondria?
— É uma ansiedade habitual relativa à própria saúde — decifrava o médico. — É muito comum, um caso assim. Há pessoas que não vivem sem tomar remédio. Seu marido é um caso desses. Só que em estado mais grave, porque ele chega a ir para o hospital. Mas não se preocupe. Os hipocondríacos são os que vivem mais.
— Isso pega, doutor? — inquiriu Dona Belinha, quase desejando que sim, para poder acompanhar o marido, de quem sentia muita falta, durante os dias de nosocômio.
— Pegar, não digo, mas quem convive com um hipocondríaco, sendo de espírito fraco, pode-se contagiar por esta mania.
E ela muito rezava e pedia que lhe fosse dado este contágio.
— Belinha, traz a mala.
— Pra onde você vai, Pirilo?
— Vou-me hospitalizar.
— O que é que você está sentindo?
— Hoje, fazendo as unhas, tirei sangue da cutícula. Isso pode infeccionar, dar tétano, gangrenar, sei lá. Com saúde não se brinca.
E, de mala branca na mão e infalível chapéu preto à cabeça, lá ia o Pirilo para o Hospital dos Estrangeiros, onde tinha conta corrente (pagava por semestre) e apartamento quase fixo.
— O apartamento de sempre, Sr. Pirilo? perguntava a enfermeira, como se aquilo fosse um hotel.
— Não. Desta vez quero um no terceiro andar, com vista para a encosta.
E por uma semana, muitas vezes, curtia o seu hospitalzinho, de camisola e tudo, com exames de pressão arterial, termômetros sob a axila, colheita de urina, sangue, fezes, escarro, etc. Uma semana depois, sentindo-se recuperado, voltava ao seio da família, dizendo-se outro homem.
Ao mesmo tempo em que os filhos cresciam, desenvolvia-se a hipocondria do Pirilo, que se internou pelos motivos mais burlescos, de tão banais: furúnculo, cisco no olho, mau jeito no braço, aerofagia, topada.
A conselho médico a mulher nem tocava mais no assunto, tentando meter na cabeça do marido que ele não sofria de coisa alguma (“Isso pode piorar, porque ele fica irritado e…”). Ao ver Pirilo chegar e entrar em casa sem tirar o chapéu preto, a mulher já sabia que era caso de hospital. E, por conta própria (disso o médico não teve culpa), já até colaborava com a hipocondria do marido.
— Não está passando bem, Pirilo?
— Ainda bem que você notou. Hoje arrotei duas vezes, depois de tomar uma Coca-Cola. Faz a mala.
E o pijama, com pente, chinelo e escova de dentes, era enfiado na mala branca que Pirilo conduzia ao Hospital dos Estrangeiros, onde era mais conhecido do que muitos dos médicos que lá operavam ou davam plantão.
— Terceiro andar, para a encosta?
— Segundo andar, de frente.
— 214 — informava a enfermeira, dando-lhe a chave.
Tantas foram as vezes que Pirilo se internou que, ultimamente, já ia sozinho da portaria para o quarto. Ir uma enfermeira com ele para quê, se ele conhecia os corredores e apartamentos mais do que a maioria delas? De hospital, ele dava aula. E era um custo para aceitar a alta do médico.
— Pode ir embora hoje, Sr. Pirilo.
— De jeito nenhum. Antes de quinta-feira ninguém me tira daqui.
— Mas o senhor já está bom. Os gases…
— Os gases acabaram, mas… e essa unhazinha?
— Que tem a unha? — perguntava o médico, segurando-lhe a falange do pé que Pirilo lhe exibia.
— Repare na unha, veja bem.
— Está bem.
— Ora, doutor, enganar ao Pirilinho? A unha está encrava, não encrava. Antes de quinta-feira eu não saio, a não ser que a unha se resolva.
De tanto Pirilo se ausentar para os hospitais, apareceu um arquiteto desquitado com ótimos planos e projetos para Dona Belinha com os quais ela concordou, de tanta distância que já sentia do marido hipocondríaco.
Saiu ganhando, pois amava agora um homem formado, enquanto Pirilo continuava amante de uma ajudante de enfermeira do Hospital dos Estrangeiros, que um dia dava plantão no terceiro andar, de frente para a encosta, no outro dia no segundo andar, de frente para a frente…
Os hipocondríacos merecem cuidados!

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - VIDAS OPOSTAS

A novela Vidas Opostas foi apresentada pela Rede Record no horário das 22h de 21 de novembro de 2006 a 27 de agosto de 2007.
O tema musical de abertura era Aquarela do Brasil, interpretado por Léo Gandelman.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/vidas-opostas/.
Boa diversão!

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

SESSÃO SAUDADE - FRANCISCO EGYDIO

Ele transitou do samba à música romântica, mas sempre marcou suas apresentações como um intérprete de voz maravilhosa.
Nosso homenageado dessa semana é Francisco Egydio.
Para saber mais sobre esse artista, favor acessar: http://www.recantodasletras.com.br/biografias/4743168.
Obrigado, Francisco Egydio, por sua contribuição tão bela à nossa música!
Descanse em paz!
Com o objetivo de homenageá-lo, reproduzimos abaixo duas interpretações marcantes: Creio em Ti e Vingança.

PRIMEIRO VÍDEO

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LETRA

CREIO EM TI

Creio em ti ao ver que a chuva cai e faz
A flor nascer,
Creio em ti, pois sei que enquanto é noite aqui,
É dia ali,
Creio em ti porque me deste o riso e a dor,
Me deste o amor, do meu amor,
Creio em ti, creio em ti,
Se a paz sobre nós seu véu descer,
Eu creio em ti,
Se a tempestade a terra abalar,
Eu creio em ti,
Cada vez que neste mundo, eu escutar
Alguém cantar, alguém chorar,
Direi então, creio em ti.

Creio em ti ao ver que a chuva cai e faz
A flor nascer,
Creio em ti, pois sei que enquanto é noite aqui,
É dia ali,
Creio em ti porque me deste o riso e a dor,
Me deste o amor, do meu amor,
Creio em ti, creio em ti,
Se a paz sobre nós seu véu descer,
Eu creio em ti.

Se a tempestade a terra abalar,
Eu creio em ti,
Cada vez que neste mundo, eu escutar
Alguém cantar, alguém chorar,
Direi então, creio em ti!


SEGUNDO VÍDEO

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LETRA

VINGANÇA

Eu gostei tanto
Tanto quando me contaram
Que lhe encontraram
Bebendo e chorando
Na mesa de um bar

E que quando os amigos do peito
Por mim perguntaram
Um soluço cortou sua voz
Não lhe deixou falar

Eu gostei tanto
Tanto, quando me contaram
Que tive mesmo que fazer um esforço
Prá ninguém notar

O remorso talvez seja a causa
Do seu desespero
Ela deve estar bem consciente
Do que praticou

Me fazer passar tanta vergonha
Com um companheiro
E a vergonha é a herança maior
Que meu pai me deixou

Mas, enquanto houver voz no meu peito
Eu não quero mais nada
Que pra todos os santos
Vingança, vingança clamar

Ela há de rolar qual as pedras
Que rolam na estrada
Sem ter nunca um cantinho de seu
Pra poder descansar

Fonte com adaptação: http://letras.kboing.com.br/francisco-egydio/vinganca/traducao.html

SESSÃO HUMOR

Um fazendeiro chega à beira do rio com sua criação de gado e pergunta para o Joãozinho:
– Este rio é fundo?
O menino responde:
– Sei não, mas a criação do meu pai passa aí com a água no peito.
Então, o fazendeiro passa com o rebanho e lá pelo meio todas as vacas se afogam.
Desesperado, ele pergunta para o guri:
– Seu pai cria o que, seu danado?
E o Joãozinho responde:
– Pato!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

SESSÃO REMAKE MUSICAL - PIANO IN THE DARK - JEAN KELLEY

A música Piano in the Dark, originalmente interpretada por Brenda Russell, é apresentada no vídeo abaixo por Jean Kelley.
Para ouvir a versão original, favor acessar: http://biscoitocafeenovela.blogspot.com.br/2016/08/sessao-tunel-do-tempo-musical-piano-in.html.
Boa diversão!

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LETRA

PIANO IN THE DARK

Here I find myself watching the time
I never think about all the funny things you said
I feel like it's dead
Where is it leading me now

I turn around in the still of the room
Knowing this is when I'm gonna make my move
Can't wait any longer
And I'm feeling stronger but oh

Just as I walk through the door
I can feel your emotion
It's pullin' me back
Back to love you

I know I'm caught up in the middle
I cry just a little
When I think of letting go
Oh no, gave up on the riddle
I cry just a little
When he plays piano in the dark

He holds me close like a thief of the heart
He plays a melody
Born to tear me all apart
The silence is broken
And no words are spoken but oh

Just as I walk through the door
I can feel your emotion
It's pullin' me back
Back to love you

I know I'm caught up in the middle
I cry just a little
When I think of letting go
Oh no, gave up on the riddle
I cry just a little
When he plays piano in the dark

TRADUÇÃO

PIANO NO ESCURO

Aqui me deparo contando as horas
Nunca penso nas coisas engraçadas, que você dizia
Eu me sinto como se estivesse morta
Onde isto está me levando agora?

Me viro no silêncio do quarto
Sabendo que é hora de tomar uma decisão
Não posso esperar mais
E estou me sentindo mais forte, oh

Justamente na hora que cruzo aquela porta
Posso sentir sua emoção
Me puxando de volta
De volta para te amar

E eu sei... que estou presa a um impasse
Eu choro um pouco
Quando penso em deixar tudo
Eu desisti da charada
Eu choro um pouco
Quando ele toca o piano na escuridão

Ele me abraça forte... como um ladrão de corações
Ele toca uma melodia
Criada para me deixar sem ação
O silêncio é quebrado
Palavras não são ditas... mas

Justamente na hora que cruzo aquela porta
Posso sentir sua emoção
Me puxando de volta
De volta para te amar

E eu sei... que estou presa a um impasse
Eu choro um pouco
Quando penso em deixar tudo
Eu desisti da charada
Eu choro um pouco
Quando ele toca o piano na escuridão