sábado, 29 de abril de 2017

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - O GRANDE PRÊMIO

A fotonovela abaixo pertence à revista Melodias nr. 147, publicada em dezembro de 1969.
Para ler esta ou outra matéria em tamanho maior, caso use o Explorer ou Chrome, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir link em uma nova guia". Na nova guia, clique com o botão esquerdo do mouse e, pronto, terá acesso a uma ampliação da página. Caso o navegador seja o Firefox, clique sobre a figura com o botão direito do mouse e selecione a opção "abrir em nova aba". Em seguida, proceda como no caso dos dois outros navegadores citados.
Boa leitura!
























sexta-feira, 28 de abril de 2017

SESSÃO CAPAS E PÔSTERES

A capa pertence à revista Melodias nr. 147, publicada em dezembro de 1969.
Já o pôster à revista Ilusão nr. 307, que foi às bancas em 15/12/78.
Boa diversão!



SESSÃO FOTO QUIZ

A foto da semana passada pertence à atriz Letícia Sabatella.
Agora tentem descobrir quem é o garoto da foto.
Eis algumas pistas:
1) Este ator, diretor, apresentador e radialista, ainda vivo, nasceu na capital paulista no ano de 1969.
2) Estreou em telenovelas em O Amor Está no Ar, na Rede Globo, no ano de 1997.
3) Participou de telenovelas como: Mulheres Apaixonadas, Senhora do Destino e Fina Estampa, todas na Rede Globo.
Boa diversão!


quinta-feira, 27 de abril de 2017

SESSÃO LEITURA - O TELEFONE - RUBEM BRAGA

O texto abaixo é da autoria de Rubem Braga.
Para maiores informações sobre o autor, favor acessar: https://www.ebiografia.com/rubem_braga/.
Boa leitura!

O TELEFONE

Honrado Senhor Diretor da Companhia Telefônica:

Quem vos escreve é um desses desagradáveis sujeitos chamados assinantes; e do tipo mais baixo: dos que atingiram essa qualidade depois de uma longa espera na fila.
Não venho, senhor, reclamar nenhum direito. Li o vosso Regulamento e sei que não tenho direito a coisa alguma, a não ser a pagar a conta. Esse Regulamento, impresso na página 1 de vossa interessante Lista (que é o meu livro de cabeceira), é mesmo uma leitura que recomendo a todas as almas cristãs que tenham, entretanto, alguma propensão para o orgulho ou soberba. Ele nos ensina a ser humildes; ele nos mostra o quanto nós, assinantes, somos desprezíveis e fracos.
Aconteceu, por exemplo, senhor, que outro dia um velho amigo deu-me o prazer de me fazer uma visita. Tomamos uma modesta cerveja e falamos de coisas antigas — mulheres que brilharam outrora, madrugadas dantanho, flores doutras primaveras. Ia a conversa quente e cordial, ainda que algo melancólica, tal soem ser as parolas vadias de cupinchas velhos — quando o telefone tocou. Atendi. Era alguém que queria falar ao meu amigo. Um assinante mais leviano teria chamado o amigo para falar. Sou, entretanto, um severo respeitador do Regulamento; em vista do que comuniquei ao meu amigo que alguém lhe queria falar, o que infelizmente eu não podia permitir; estava, entretanto, disposto a tomar e transmitir qualquer recado. Irritou-se o amigo, mas fiquei inflexível, mostrando-lhe o artigo 2 do Regulamento, segundo o qual o aparelho instalado em minha casa só pode ser usado “pelo assinante, pessoas de sua família, seus representantes ou empregados”.
Devo dizer que perdi o amigo, mas salvei o respeito ao Regulamento; dura lex sed lex; eu sou assim. Sei também (artigo 4) que se minha casa pegar fogo terei de vos pagar o valor do aparelho — mesmo que esse incêndio (artigo 9) tenha sido motivado por algum circuito organizado pelo empregado da Companhia com o material da Companhia. Sei finalmente (artigo 11) que se, exausto de telefonar do botequim da esquina a essa distinta Companhia para dizer que meu aparelho não funciona, eu vos chamar e vos disser, com lealdade e com as únicas expressões adequadas, o meu pensamento, ficarei eternamente sem telefone, pois “o uso de linguagem obscena constituirá motivo suficiente para a Companhia desligar e retirar o aparelho”.
Enfim, senhor, eu sei tudo; que não tenho direito a nada, que não valho nada, não sou nada. Há dois dias meu telefone não fala, nem ouve, nem toca, nem tuge, nem muge. Isso me trouxe, é certo, um certo sossego ao lar. Porém amo, senhor, a voz humana; sou uma dessas criaturas tristes e sonhadoras que passa a vida esperando que de repente a Rita Hayworth me telefone para dizer que o Ali Khan morreu e ela está ansiosa para gastar com o velho Braga o dinheiro da sua herança, pois me acha muito simpático e insinuante, e confessa que em Paris muitas vezes se escondeu em uma loja defronte do meu hotel só para me ver entrar ou sair.
Confesso que não acho tal coisa provável: o Ali Khan ainda é moço, e Rita não tem o meu número. Mas é sempre doloroso pensar que se tal coisa acontecesse eu jamais saberia — porque meu aparelho não funciona. Pensai nisso, senhor: pensai em todo o potencial tremendo de perspectivas azuis que morre diante de um telefone que dá sempre sinal de ocupado — cuém, cuém, cuém — quando na verdade está quedo e mudo na minha modesta sala de jantar. Falar nisso, vou comer; são horas. Vou comer contemplando tristemente o aparelho silencioso, essa esfinge de matéria plástica; é na verdade algo que supera o rádio e a televisão, pois transmite não sons nem imagens, mas sonhos errantes no ar.
Mas batem à porta. Levanto o escuro garfo do magro bife e abro. Céus, é um empregado da Companhia! Estremeço de emoção. Mas ele me estende um papel: é apenas o cobrador. Volto ao bife, curvo a cabeça, mastigo devagar, como se estivesse mastigando os meus pensamentos, a longa tristeza da minha humilde vida, as decepções e remorsos. O telefone continuará mudo; não importa: ao menos é certo, senhor, que não vos esquecestes de mim.

SESSÃO ABERTURA DE NOVELA - CAMINHOS DO CORAÇÃO

A novela Caminhos do Coração foi apresentada pela Rede Record no horário das 22h30 de 28 de agosto de 2007 a 2 de junho de 2008.
O tema musical de abertura era Sabe Você, interpretado por Toni Garrido.
Para maiores informações sobre a novela, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caminhos_do_Cora%C3%A7%C3%A3o.
Boa diversão!

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LETRA

SABE VOCÊ

Você é muito mais que o Sol
Está bem mais rico do que eu estou
Mas o que eu sei, você não sabe
E antes que o seu poder acabe

Eu vou mostrar como e por quê
Eu sei, eu sei mais que você

Sabe você o que é o amor
Não sabe, eu sei
Sabe o que é um Trovador
Não sabe, eu sei
Sabe andar de madrugada
Tendo a amada pela mão
Sabe gostar, não sabe nada
Sabe não

Você sabe o que é uma flor
Não sabe, eu sei
Você já chorou de dor
Pois eu chorei
Já chorei de mal de amor
Já chorei de compaixão
Quanto a você, meu camarada
Qual o quê, não sabe não

E é por isso que lhe digo com razão
Que mais vale ser mendigo que ladrão
Sei que um dia há de chegar
Isto seja como for
Em que você pra mendigar
Só mesmo o amor

Você pode ser ladrão quando quiser
Mas não rouba o coração
De uma mulher
Você não tem alegria
Nunca fez uma canção
Por isso a minha poesia
Ah, você não rouba não
Ah, você não rouba não
Ah, êêê
Não rouba não

Sabe você o que é o amor?

Fonte: https://www.letras.mus.br/toni-garrido/1171915/

quarta-feira, 26 de abril de 2017

SESSÃO SAUDADE - NEUZA AMARAL

Há atores com os quais nos acostumamos e, de repente, somem de cena e só ficamos sabendo deles de novo, infelizmente, quando falecem.
É o caso de nossa homenageada da semana: a atriz Neuza Amaral.
Neusa construiu uma brilhante carreira em telenovelas, em que se destacaram personagens como Nara, de Fogo Sobre Terra, Fabiana, de Bravo! e Emerenciana, da primeira versão de Cabocla.
Teve também importante participação no cinema.
Obrigado, Neuza Amaral, por seu brilhante trabalho na telinha e na telona!
Descanse em paz!
Para saber mais sobre essa artista, favor acessar: https://pt.wikipedia.org/wiki/Neuza_Amaral.
Com o objetivo de homenageá-la, reproduzimos abaixo dois vídeos. O primeiro é uma reportagem do Vídeo Show, em que veremos dois trechos de trabalhos da atriz em telenovelas. O segundo vídeo contém um trecho emocionante da novela Fogo Sobre em Terra, em que vivia a personagem Nara.

PRIMEIRO VÍDEO

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SEGUNDO VÍDEO

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SESSÃO HUMOR

Duas senhoras chegam ao mesmo tempo no caixa do banco, com muita pressa. Uma dizia:
— Primeiro eu, ainda tenho que levar as crianças para a escola!
A outra retrucava:
— Primeiro eu, que moro mais longe!
O caixa, muito esperto, resolveu acabar com a briga dizendo:
— Primeiro eu vou atender a mais velha!
As duas se olharam e disseram:
— Sua vez! Pode ir!
— Não. Primeiro você. Não ouviu o moço dizer?

terça-feira, 25 de abril de 2017

SESSÃO REMAKE MUSICAL - VELHO DEMAIS - BANDA CRAZY WORLD

A canção Velho Demais, originalmente interpretada pelo conjunto Placa Luminosa, é apresentada no vídeo abaixo pela Banda Crazy World.
Boa diversão!

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LETRA

VELHO DEMAIS

Toda vez que eu olho o espelho
Vejo um rosto magro e feio
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não vejo quem eu via
Já não corro atrás do dia
É que estou ficando velho demais
Velho demais

A memória é fraca
A gravata aberta
Sapato aperta no meu pé
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não ouço cantar os passarinhos
Cadê meu ninho?
É que estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais

A memória é fraca
A gravata aberta
Sapato aperta no meu pé
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não ouço cantar os passarinhos
Cadê meu ninho?
É que estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais



SESSÃO TÚNEL DO TEMPO MUSICAL - VELHO DEMAIS - PLACA LUMINOSA

A canção Velho Demais, interpretada pelo conjunto Placa Luminosa, fez parte da trilha sonora da novela Sem Lenço, Sem Documento, apresentada pela Rede Globo no horário das 19h de 13 de setembro de 1977 a 4 de março de 1978.
Para saber mais sobre a novela, favor acessar: http://www.teledramaturgia.com.br/sem-lenco-sem-documento/.
Boa diversão!

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LETRA

VELHO DEMAIS

Toda vez que eu olho o espelho
Vejo um rosto magro e feio
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não vejo quem eu via
Já não corro atrás do dia
É que estou ficando velho demais
Velho demais

A memória é fraca
A gravata aberta
Sapato aperta no meu pé
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não ouço cantar os passarinhos
Cadê meu ninho?
É que estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais

A memória é fraca
A gravata aberta
Sapato aperta no meu pé
É que estou ficando velho demais
Velho demais

Já não ouço cantar os passarinhos
Cadê meu ninho?
É que estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais
Estou ficando velho demais


segunda-feira, 24 de abril de 2017

SESSÃO RETRÔ - VARIEDADES - FAUSTO ROCHA JR.

A reportagem abaixo foi publicada na revista Melodias nr. 158, publicada em 31 de agosto de 1970.
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Boa diversão!




SESSÃO RETRÔ - NOVELAS - VITÓRIA BONELLI - DÉCIMA PARTE

A reportagem abaixo é parte da revista Momentos Maravilhosos de Vitória Bonelli, publicada em 1973.
A novela Vitória Bonelli foi apresentada pela Rede Tupi no horário das 19h de 13 de setembro de 1972 a 14 de julho de 1973.
Para saber mais sobre essa novela, favor consultar: http://www.teledramaturgia.com.br/vitoria-bonelli/.
Na semana que vem tem mais!
Acompanhem!
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Boa leitura!



sábado, 22 de abril de 2017

PARA MEDITAR



SESSÃO FOTONOVELA - O TURISTA

A fotonovela abaixo pertence à revista Melodias nr. 145, publicada em outubro de 1969.
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Boa leitura!